A rede social do seu negócio é tipo um Maracanã vazio. E, no centro do campo, está aquilo que você vende, seja seu produto ou serviço.
Mas como atrair o maior número de pessoas para comprar ingresso e convencer nesse jogo que o que você tem é importante para todo mundo?
A gente, aqui da Clint, aplica técnicas para isso acontecer e ter bons resultados.
E, por isso, vamos compartilhar com você a estratégia que usamos para fazer mais de 1 milhão em Social Selling em um período muito curto.
A gente quer ser seu Bruxo, seu Ronaldo Gaúcho, para que você tenha uma referência e só marque gol chutando para um lado, mas olhando para o outro.
Quero lembrar que esse material vai te ajudar de maneira prática, tá! Se você quer aprender do zero novos conceitos, é só dar um pulo no nosso blog e aprender ainda mais.
Vamos lá!
Vamos direto ao ponto: vender é sobre se conectar. Mas não aquela conexão rasa, do tipo “oi, tudo bem?”. Mas sim algo mais profundo, como um jogo de tênis.
Você não manda uma bola qualquer, meu amigo, você pensa na estratégia, no movimento do adversário.
No social selling, criar rapport é entender a pessoa do outro lado. É começar uma conversa autêntica e fazer o lead sentir que você está presente e ouvindo da seguinte maneira:
É isso que, aqui na Clint, usamos com nossos leads fora do estádio, antes de entrar, de fato, nas quatro linhas.
Pensa no Instagram como uma dessas lojas gigantes de departamento. Cada peça curtida, cada comentário, é uma oportunidade de interação, um “oiê” que você precisa devolver.
Social Selling é isso: transformar curtidas e DM’s em conversas que geram vendas. Não é sobre empurrar produto, mas sobre engajar, ouvir e, claro, vender.
E, assim como um atleta treina todos os dias, Social Selling exige consistência e atenção diária.
A gente usa a mesma sequência que você viu agora. Ao mesmo tempo, temos uma rotina para buscar potenciais clientes.
O nosso aquecimento é com a famosa “Daily”. Primeiro, tem a reunião geral e, depois, vem a Daily de Social Selling, é como uma revisão do treino de ontem e definição dos próximos movimentos.
Aí a gente entra em campo para executar o plano. A regra aqui é seguir o cronograma certinho, como um atleta segue a rotina de treinos.
E aqui, a sequência de prioridades é simples e lógica:
E, assim como no esporte, revisar o desempenho é fundamental. Antes de encerrar, damos aquela conferida nos indicadores para medir o que foi feito e ajustar a estratégia.
Aqui vai uma verdade: nem todo mundo que curte seu post está pronto para comprar. E tá tudo bem!
Nem toda jogada é um ponto, mas faz parte do processo. No Social Selling, é importante identificar quem só está “na arquibancada” e quem está no jogo, pronto para fechar.
Por isso, a gente segue alguns critérios antes de abordar:
1 – Quantidade de seguidores: buscamos perfis de experts que apresentam um número elevado de seguidores e um número baixo de pessoas sendo seguidas.
2 – Fotos com parceiros: verificamos se, no perfil, a pessoa tem fotos com parceiros conhecidos.
3 – Fotos com grandes players do mercado: avaliamos se há fotos da pessoa com grandes players do mercado digital no feed.
4 – Participação em eventos: valorizamos perfis que têm participação ativa em eventos-chave do mercado digital.
5 – Premiações relacionadas ao mercado digital: se o perfil apresenta premiações reconhecidas no mercado digital, atrai muito nosso interesse (Hotmart, Eduzz, 6 em 7 etc.).
6 – Links na bio: olhamos se o perfil traz links para formulários de captação, plataformas de check out, atendimento, site etc.
7 – Promessas: reparamos se a pessoa apresenta promessas na bio relacionadas a desenvolvimento pessoal e de carreira.
8 – Uso de plataformas: a gente avalia, através de links ou conteúdos, se a pessoa usa alguma ferramenta que tenha integração com o CRM da Clint.
9 – Conteúdo: claro, também estamos atentos aos conteúdos do perfil, se apresentam informações relevantes, materiais ricos, discursos motivacionais, entre outros.
10 – Posicionamento: por fim, a gente leva em consideração se o lead se posiciona como estrategista digital ou lançador.
A gente usa a mesma sequência que você viu agora. Ao mesmo tempo, temos uma rotina para buscar potenciais clientes.
O nosso aquecimento é com a famosa “Daily”. Primeiro, tem a reunião geral e, depois, vem a Daily de Social Selling, é como uma revisão do treino de ontem e definição dos próximos movimentos.
1 – Quantidade de seguidores: buscamos perfis de experts que apresentam um número elevado de seguidores e um número baixo de pessoas sendo seguidas.
2 – Fotos com parceiros: verificamos se, no perfil, a pessoa tem fotos com parceiros conhecidos.
3 – Fotos com grandes players do mercado: avaliamos se há fotos da pessoa com grandes players do mercado digital no feed.
4 – Participação em eventos: valorizamos perfis que têm participação ativa em eventos-chave do mercado digital.
5 – Premiações relacionadas ao mercado digital: se o perfil apresenta premiações reconhecidas no mercado digital, atrai muito nosso interesse (Hotmart, Eduzz, 6 em 7 etc.).
6 – Links na bio: olhamos se o perfil traz links para formulários de captação, plataformas de check out, atendimento, site etc.
7 – Promessas: reparamos se a pessoa apresenta promessas na bio relacionadas a desenvolvimento pessoal e de carreira.
8 – Uso de plataformas: a gente avalia, através de links ou conteúdos, se a pessoa usa alguma alguma ferramenta que tenha integração com o CRM da Clint.
9 – Conteúdo: claro, também estamos atentos aos conteúdos do perfil, se apresentam informações relevantes, materiais ricos, discursos motivacionais, entre outros.
10 – Posicionamento: por fim, a gente leva em consideração se o lead se posiciona como estrategista digital ou lançador.
Depois da análise do perfil, a gente entra em campo: nosso social seller curte publicações, comenta em um conteúdo, troca algumas interações e parte para o primeiro contato.
Lembra: a abordagem no Social Selling precisa ser estratégica, não invasiva. No jogo de vendas, isso significa saber o momento certo de perguntar: “e aí, vamos fazer esse gol juntos”.
Boa! O lead respondeu! Mas, assim como num contra-ataque, a próxima jogada é fundamental. O segredo aqui é continuar jogando sem pressionar demais.
Depois da primeira resposta, a gente já cria um card para o contato, como aqui na imagem.
Isso vai ajudar nosso social seller a já construir um histórico, uma cadência de interações desde o primeiro contato desse lead. A próxima figura mostra isso direitinho!
Isso vai ajudar nosso social seller a já construir um histórico, uma cadência de interações desde o primeiro contato desse lead. A próxima figura mostra isso direitinho!
Depois da análise do perfil, a gente entra em campo: nosso social seller curte publicações, comenta em um conteúdo, troca algumas interações e parte para o primeiro contato.
Lembra: a abordagem no Social Selling precisa ser estratégica, não invasiva. No jogo de vendas, isso significa saber o momento certo de perguntar: “e aí, vamos fazer esse gol juntos”.
Boa! O lead respondeu! Mas, assim como num contra-ataque, a próxima jogada é fundamental. O segredo aqui é continuar jogando sem pressionar demais.
Mantenha o diálogo fluido, ofereça valor e, acima de tudo, seja humano. Para um melhor Rapport, customize a mensagem.
Cite um parceiro em comum, parabenize por uma conquista recente, se identifique com algo que a pessoa já fez etc.
Depois da primeira resposta, a gente já cria um card para o contato, como aqui na imagem.
Isso vai ajudar nosso social seller a já construir um histórico, uma cadência de interações
desde o primeiro contato desse lead. A próxima figura mostra isso direitinho!
Aqui o jogo muda. O lead entregou o telefone ou o e-mail? Ótimo, isso é um gol de vantagem, mas o jogo ainda não acabou.
A partir daqui, a comunicação é precisa porque a gente identifica pontos-chaves que vão determinar se é um lead quente ou descartável.
Vem cá que os pontos são esses:
1 – Modelo de atendimento: a gente quer entender se a operação é voltada para um modelo de atendimento 1:1, se tem time comercial ou suporte.
2 – Geração de leads: apuramos, durante o bate-papo, o volume de leads da operação, seja por tráfego pago ou estratégias orgânicas.
3 – Uso de CRM: vamos saber se o lead usa algum CRM para o controle de contatos. Se for o caso, nos posicionamos como a melhor opção.
4 – Necessidade de controle: descobrimos se há uma necessidade maior de controle na operação, seja na gestão da equipe ou de indicadores de desempenho de vendas.
5 – Mentorias: buscamos entender se a pessoa está em alguma mentoria de um parceiro já consumiu algum produto de valor nesse sentido.
6 – Escalabilidade: e claro, saber se é uma necessidade ou desejo do lead que a operação alcance um maior faturamento.
Depois desses passos, a gente já quase caminha para a conversão. Bora que a gente vai te mostrar os próximos passos.
Estamos quase na cara do gol. É quando o lead envia os contatos dele e a gente, é claro, agradece e informa que ele vai receber o contato de um especialista do time.
Com essa parte finalizada, a gente segue um processo dentro do nosso CRM:
1 – Confirmar se o lead cumpre todas as etapas do funil
2 – Verificar se o lead está na etapa “Passagem para SDR”
3 – Preencher informações na aba “CONTATO”
4 – Faz o “ganho de funil”
5 – Avaliar no histórico se o lead caiu para um SDR em levantada de mão
6 – Alertar SDR da prioridade no contato
Vendas e esportes têm algo em comum: a linguagem do jogo precisa ser adaptada ao adversário. No social selling, a linguagem é tudo. Não adianta usar termos técnicos demais ou ser informal demais porque o pulo do gato está na adaptação. Assim como no futebol, a estratégia de comunicação muda de acordo com o momento. E, aqui na Clint, trabalhos com dois perfis para Social Selling, da Clint e de sócios.
Utilizamos uma mistura entre o informal e o formal, sempre deixando claro que essa conexão está sendo feita com o intuito comercial e deixando informações às claras.
Aqui, a comunicação é muito mais descontraída. No início, traz para o lead uma sensação de saudação. A partir daí, começa a se construir uma conversa. E, aos poucos, a abordagem vai ficando mais comercial.
Você não melhora sem medir desempenho. Isso permite a gente ajustar a estratégia, aprimorar as abordagens e, claro, reter mais leads e fechar negócios.
Por isso, usamos KPI’s de:
A gente também define metas para cada uma dessas métricas. Assim, o time vai verificando o resultado e entende para onde deve direcionar mais força.
O poder do like vai muito além de uma curtida. É sobre começar conversas, construir relações e converter leads em clientes.
O social selling é o jogo que a Clint domina e, com1 milhão em vendas, estamos aqui para mostrar que esse é o caminho.
Como falamos no início, essa é a nossa experiência e a gente quer ser a sua referência. Para que você seja o capitão que lidera o time.
E, com isso, comece agora a explorar o potencial das redes com as técnicas certas de Social Selling.
Esse guia foi pensado para te guiar no caminho de como transformar likes em vendas, assim como atletas transformam treinos em vitórias.
A Clint ajudou milhares de negócios, de todos os portes, a alavancarem seus resultados por meio de um CRM voltado para o digital. Converse com um especialista e veja como seus resultados podem ser potencializados.
O CRM da Clint é a ferramenta que transforma suas interações em vendas. Somos um CRM focado no mercado digital, oferecendo desde o gerenciamento de leads até o disparo de mensagens que te aproximam do público.
Integrado às soluções mais usadas por profissionais do digital, como plataformas de comunicação, check out e automação, o CRM da Clint vai eliminar a necessidade de ter um monte de aba aberta no seu PC. Aqui, é tudo numa coisa só!